domingo, 15 de abril de 2018

Bronquite em bebê

Bronquite é uma infecção ou inflamação dos grandes "tubos" por onde o ar chega aos pulmões, os chamados brônquios. 

Pode ser aguda ou crônica e a diferença está no tempo de duração do quadro e no padrão de repetição e de intervalo entre as crises, com possível agravamento desses episódios. 

O nome pode até confundir, mas a bronquite aguda é mais curta e dura de uma a duas semanas. Já a bronquite crônica está ligada a alguns outros fatores, como alergia (asma), infecções virais e bacterianas de repetição, poluição (incluindo exposição a cigarro), entre outros. 

O que é bronquite?

Quando a criança está com gripe, resfriado ou garganta inflamada, o vírus causador desses problemas pode se espalhar pelos brônquios. 

Então, as vias respiratórias ficam inflamadas e parcialmente bloqueadas pelo acúmulo de muco. 

As infecções virais são as causas mais comuns de bronquite em crianças. Mas infecções bacterianas, alergias e exposição a fumaça de cigarro, poluição e poeira, além de variações bruscas de temperatura e umidade do ar também podem acabar provocando a doença. 

Há mais de 100 vírus respiratórios diferentes, ampliando significativamente a possibilidade de doenças respiratórias, principalmente na passagem do outono para o inverno. Crianças até 4 anos são as mais vulneráveis do ponto de vista imunológico. 

Alguns dos vírus não se limitam a um resfriado com congestão nasal e podem afetar as vias aéreas mais baixas, como laringe e brônquios. 

Catarro com sangue

Tossir catarro com sangue pode ser sinal de câncer de pulmão, infecções pulmonares, tuberculose, infarto pulmonar (morte de uma área do pulmão), defeitos na coagulação sanguínea, aumento da pressão sanguínea nas veias pulmonares, insuficiência cardíaca ou ainda problemas numa das válvulas cardíacas.
A presença de sangue no catarro indica a presença de algum sangramento nos pulmões ou nas vias aéreas. Contudo, na grande maioria dos casos, a perda de sangue é pequena e o sangramento tende a parar espontaneamente.
Mesmo que pare de sair sangue com a expectoração, é recomendável consultar um médico clínico geral ou médico de família para que a causa do sangramento seja investigada. Vale lembrar que tossir catarro com sangue pode ser sinal de doenças graves, como câncer, tuberculose, entre outras.
O tratamento de doenças que afetam o pulmão e as vias aéreas é da responsabilidade do médico pneumologista. Se necessário, o paciente poderá ser encaminhado para esse especialista pelo clínico geral ou médico de família para diagnosticar e tratar a causa do sangramento.

Fosfato sódico de prednisolona

Para que serve Fosfato sódico de prednisolona

Este medicamento é destinado ao tratamento de: 
Desordens das glândulas: insuficiência adrenocortical primária ou secundária (interrupção na produção de hormônios pelas glândulas adrenais) (hidrocortisona ou cortisona na primeira escolha; os análogos sintéticos poderão ser utilizados em associação com mineralocorticoides quando necessário; em lactentes a suplementação mineralocorticoide é de particular importância): hiperplasia adrenal congênita (doença caracterizada pela deficiência nas glândulas adrenais); hipercalcemia (nível aumentado de cálcio) associada ao câncer; tireoidite não supurativa (doença inflamatória que afeta a glândula tireoide). 
Desordens reumáticas: como terapia auxiliar para administração em curto prazo em processos inflamatórios da articulação como: artrite psoriática (inflamação das articulações associada à psoríase da pele); artrite reumatoide (inflamação crônica das articulações), inclusive artrite reumatoide juvenil e outras doenças reumáticas como: espondilite anquilosante (inflamação das articulações da coluna e grandes articulações, como os quadris, ombros e outras regiões); bursite aguda e subaguda (inflamação do coxim gorduroso existente nas articulações); tenosinovite inespecífica aguda (inflamação do tendão); artrite gotosa aguda (inflamação comumente conhecida como gota); osteoartrite após traumatismos (inflamação das articulações após um trauma no local); sinovite osteoartrítica (inflamação da membrana que envolve as articulações); epicondilite (inflamação dos tendões). 
SAIBA MAIS
Doenças do colágeno: durante uma exacerbação ou como terapia de manutenção em casos selecionados de lúpus eritematoso sistêmico (doença autoimune que pode acometer várias partes do corpo), dermatomiosite (polimiosite) sistêmica (doença caracterizada por inflamação e degeneração dos músculos do corpo todo); cardite reumática aguda (inflamação no coração). 
Doenças da pele: pênfigo (doença caracterizada pelo aparecimento de bolhas na pele e nas membranas mucosas); dermatite herpetiforme bolhosa (doença crônica que se caracteriza por uma sensação de queimadura intensa e coceira); eritema multiforme severo (síndrome de Stevens-Johnson) (manchas vermelhas planas ou elevadas, bolhas, ulcerações que podem acontecer em todo o corpo); dermatite esfoliativa (alteração da pele acompanhada de descamação); micose fungoide (micose causada por fungo); psoríase severa (doença de pele caracterizada por lesões); dermatite seborreica severa (doença da pele caracterizada por coloração avermelhada, descamação oleosa e coceira). 
Condições alérgicas: controle de condições alérgicas severas ou incapacitantes que não respondem aos meios convencionais de tratamento em: rinite alérgica permanente ou intermitente (inflamação da mucosa nasal produzida por uma reação alérgica); asma brônquica (perturbação da respiração que se caracteriza por crises recorrentes de dificuldade de respirar); dermatite de contato (reação alérgica da pele a substâncias); dermatite atópica (doença hereditária e não contagiosa, caracterizada por inflamação crônica da pele); doença do soro (reação imunológica que pode se manifestar com quadro de urticária, artrite e problemas nos rins); reações de alergia a medicamentos. 
Doenças oculares: graves processos inflamatórios e alérgicos, agudos ou crônicos envolvendo o olho e seus anexos, tais como: conjuntivite alérgica (inflamação ou infecção na conjuntiva causado por alergia a alguma substância); ceratite (inflamação da córnea); úlceras marginais alérgicas da córnea (ferida ao redor da córnea); herpes zoster oftálmico (infecção viral no olho); irite (inflamação da íris (parte colorida do olho)); iridociclite (inflamação da íris e corpo ciliar); corioretinite (infecção da retina (parte do olho responsável por formar a imagem) e da coroide (estrutura do olho que nutre a retina)); inflamação do segmento anterior; coroidite e uveite (inflamação do plexo coroide e úvea (estruturas dos olhos)); neurite ótica (inflamação do nervo óptico), oftalmia simpática (tipo de inflamação em ambos os olhos após o trauma de um olho). 
Doenças respiratórias: sarcoidose sintomática (doença autoimune com aparição de pequenos nódulos inflamatórios); síndrome de Loëffler não controlável por outros meios (inflamação dos pulmões em resposta a processos alérgicos ou inflamatórios nos pulmões e no sangue); beriliose (inflamação pulmonar causada pela inalação de poeira ou gases que contêm berílio); tuberculose pulmonar fulminante ou disseminada quando utilizado concomitantemente à quimioterapia antituberculosa adequada; pneumonite por aspiração (inflamação no pulmão causada pela aspiração de líquidos, secreções do próprio corpo ou outras substâncias para dentro dos pulmões). 
Desordens no sangue: púrpura trombocitopênica idiopática em adultos (alteração nas plaquetas, componente do sangue importante para a coagulação); trombocitopenia secundária em adultos (alteração nas plaquetas, componente do sangue importante para a coagulação); anemia hemolítica adquirida (autoimune) (alteração nos glóbulos vermelhos do sangue); eritroblastopenia (anemia eritrocítica) (alteração nos glóbulos vermelhos do sangue); anemia hipoplásica (eritroide) congênita (alteração nos glóbulos vermelhos do sangue). 
Neoplasias: para o tratamento paliativo de: leucemias (doenças malignas das células brancas do sangue) e linfomas (doença maligna do sistema linfático) em adultos; leucemia aguda na infância. 
Estados que cursam com inchaço: para aumentar a quantidade de urina eliminada ou remissão da perda de proteínas pela urina da síndrome nefrótica idiopática (alteração do funcionamento do rim), sem altas taxas de ureia no sangue, ou aquela devida ao lúpus eritematoso (doença autoimune que pode acometer várias partes do corpo). 
Doenças gastrintestinais: para auxiliar o paciente a superar um período crítico da doença em: colite ulcerativa (doença inflamatória intestinal), enterite regional (doença intestinal crônica, também chamada de doença de Crohn). 
Sistema nervoso: esclerose múltipla (doença degenerativa que afeta o sistema nervoso). 
Miscelânea: meningite tuberculosa (forma grave de tuberculose com infecção no sistema nervoso central) com bloqueio subaracnoide ou bloqueio eminente (bloqueio no fluxo de líquido que circula ao redor do sistema nervoso central, entre as meninges), quando utilizada concomitantemente à quimioterapia apropriada para tratamento da tuberculose; triquinose (doença causada pelos parasitas nemátodes) com envolvimento neurológico ou miocárdico.

salbutamol, para que serve

Este medicamento é indicado no alívio do espasmo brônquico associado às crises de asma, bronquite crônica e enfisema.

Posologia, dosagem e instruções de uso de Sulfato de salbutamol

Modo de uso: Fale com seu médico, em alguns casos a diluição do sulfato de salbutamol solução oral pode ser recomendada.
Posologia: Para alívio do broncoespasmo:
Adulto: A dose usualmente eficaz é de 4mg de salbutamol (10mL da solução oral), três ou quatro vezes ao dia.
Caso não seja obtida broncodilatação adequada, cada dose pode ser gradualmente aumentada até 8mg (20mL da solução oral). Contudo, tem-se observado que alguns pacientes obtêm alívio adequado com 2mg (5mL da solução oral), três ou quatro vezes ao dia. Nos pacientes muito sensíveis a estimulantes betaadrenérgicos, é aconselhável iniciar o tratamento com 2mg (ou 5mL da solução oral), três ou quatro vezes ao dia.
Crianças: As seguintes doses devem ser administradas:
Crianças de 2-6 anos: 2,5 a 5mL da solução oral (1 a 2mg de salbutamol), três a quatro vezes ao dia.
Crianças de 6-12 anos: 5mL da solução oral (2mg do salbutamol), três a quatro vezes ao dia.
Crianças acima de 12 anos: 5 a 10mL da solução oral (2 a 4mg de salbutamol), três a quatro vezes ao dia.
Pacientes idosos: Recomenda-se iniciar o tratamento com 5mL da solução oral (2mg de salbutamol), três ou quatro vezes ao dia.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Afastar bronquite e pneumonia com vacinação


Com o Inverno vem o frio, mudanças bruscas no clima e também algumas surpresas desagradáveis, como a pneumonia, a doença certamente não sazonal, mas nos últimos meses sabe um pico de incidência. Cada ano, somente na Itália, são hospitalizadas por pneumonia e quase 150 mil pessoas, segundo a 'Organização Mundial da Saúde, nos próximos anos vai ver um "propagação destas formas infecciosas. Grande parte da responsabilidade do "aumento da pneumonia é devido ao 'aumento da idade média da população e os muitos pacientes com doenças crônico-degenerativas ou tratamento com drogas imunossupressoras, como a cortisona. O diagnóstico de pneumonia não é difícil pedir, mesmo que às vezes a falta de sintomas pode ser enganosa (você pode ter pneumonia com febre pouco ou nenhum). Na maioria dos casos o cuidado é em casa, apenas em casos mais graves torna-se necessário, a avaliação de internação médica. Tudo isso não deve ser enganosa, a pneumonia é uma doença grave, ser tratado com cuidado e complicações que podem ser muito difíceis de gerir, melhor cuidar bem e evitar "problemas". A pneumonia é geralmente cicatriza perfeitamente e sem "cicatrizes", mas um período de licença para trabalho, descanso e recuperação em casa é essencial para voltar à forma de antes. Para evitar que uma vacina que pode ser levado em consideração é que, por Streptococcus pneumoniae (pneumococo), um germe frequentemente responsável por bronquite e pneumonia. Esta vacina, cuja eficácia em adultos tem uma duração de cinco anos, é indicado em pacientes com doenças crônicas, como 'asma, bronquite crônica, o "cardio-pulmonar enfisema, diabetes, em indivíduos esplenectomizados (sem baço), em pacientes internados em instalações de cuidados de longa duração e em todos os sessenta acabou. A tão falada terapias imunomoduladoras, preventiva e os chamados "capacitar as defesas do 'body', mas não têm, até agora, nenhuma evidência documentada científica. Não pode ser vacinados em contato com seu clínico geral ou distritos da "ASL